O candidato do PDT ao governo do Paraná, Osmar Dias, disse hoje (quarta), durante a sabatina do UOL-Folha de São Paulo, que não se sente constrangido pela aliança com o ex-adversário Roberto Requião. Eles foram rivais há quatro anos, quando disputaram o posto máximo do Palácio das Araucárias. Na época, Osmar Dias chegou a chamar Requião de sórdido e calunioso.
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Osmar Dias negou ainda que tenha mudado de lado nestas eleições. Segundo ele, a candidatura ao governo foi um chamado do presidente Lula.
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Durante as duas horas de sabatina, Osmar Dias alfinetou e bateu na questão da quebra da promessa de Beto Richa de permanecer os quatro anos do mandato na prefeitura de Curitiba.
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Osmar Dias sugeriu ainda que o ex-prefeito Beto Richa só é bem avaliado porque faz uma maquiagem na gestão.
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O candidato da base aliada do governo petista foi questionado sobre o MST. Ele se posicionou contra a invasão de terras, defendeu a reforma agrária, mas disse que no Paraná quase não há áreas improdutivas que possam ser destinadas aos sem-terra.
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Osmar Dias também comentou os recentes escândalos de corrupção na Assembléia Legislativa do Paraná. Ele defendeu o afastamento do presidente da Casa, Nelson Justus do DEM, e do primeiro secretário Alexandre Curi, do PMDB. Dias afirmou ainda que não se sente mal em pedir a saída de um deputado da base aliada porque “na verdade, Alexandre Curi apóia Beto Richa”. Sobre as pesquisas eleitorais que apontam vantagem de 13 pontos porcentuais do candidato Beto Richa, Osmar afirmou que a eleição é definida nos últimos quinze dias. Ele afirmou ainda que a história recente do Brasil mostra que os candidatos alinhados à presidência sempre ganham as eleições. Amanhã, é a vez do candidato do PSDB, Beto Richa, ser sabatinado, no Teatro Paulo Autran, em Curitiba. A ordem dos candidatos foi escolhida com base na última pesquisa de intenção de votos feita pelo Instituto Datafolha. Dessa forma, o mais bem colocado será o último a ser sabatinado.